top of page

Implementação de um protocolo de imunonutrição durante a quimioterapia

  • 18 de dez. de 2023
  • 1 min de leitura

Atualizado: 15 de abr.




Patrícia Flores1; Daiana Justo2


Introdução: As intervenções nutricionais visam minimizar o risco de reduções ou interrupções de tratamentos antineoplásicos e melhorar a qualidade de vida do paciente. A quimioterapia é um tratamento eficaz, porém, apresenta efeitos colaterais que impactam na aceitação alimentar e resposta ao tratamento. Um exemplo desses efeitos é a imunosupressão, que reduz a contagem e função dos leucócitos, podendo ser agravada com a desnutrição, pois afeta as defesas

imunológicas pela indução da leucopenia. A utilização de fórmulas nutricionais contendo arginina, ômega-3 e nucleotídeos na quimioterapia, pode auxiliar na redução da toxicidade, melhora do peso corporal, redução de marcadores inflamatórios e redução de estresse oxidativo.


Objetivo: Implementar, através de protocolo, a terapia nutricional imunomoduladora durante o tratamento quimioterápico de pacientes oncológicos atendidos em um serviço de quimioterapia privado na cidade de Porto Alegre. Método: Após a triagem e avaliação nutricional dos pacientes admitidos ou em tratamento vigente, recomendar a ingestão de uma

fórmula enriquecida com arginina, nucleotídeos e ômega-3, no volume total de 400 mL ao dia, fracionados em 2 tomadas de 200 mL, cinco dias antes de cada ciclo de quimioterapia.


Resultados: Pensando em estado nutricional e adesão, os pacientes que iniciaram o protocolo não apresentaram piora dos parâmetros nutricionais ou interrupção do tratamento quimioterápico.


Conclusão: Estudos vêm mostrando que a imunonutrição pode trazer também

benefícios para os pacientes em tratamento sistêmico, melhorando padrões imunológicos e, consequentemente, a tolerância ao tratamento e o estado nutricional.

Palavras-chave: Imunonutrição, Quimioterapia, Imunossupressão

 
 
 

Comentários


bottom of page